Quarta-feira, 21 de Junho de 2006
“O DOURO TAMBÉM É PORTUGAL…”

 

Na passada semana a Região Demarcada do Douro foi uma vez mais assolada por fortes trovoadas e queda de granizo, que infelizmente destruíram por completo vários hectares de vinha e deixaram quem daí tira anualmente o seu ganha pão sem nada…

Infelizmente ainda ninguém (que eu saiba) tem o dom de contrariar estas forças da natureza, que por onde passam destroem tudo.

Mas sabendo que todos os anos por esta altura é muito provável que isto venha a acontecer, seria bom precavermo-nos. Mas como? De facto, como eu dizia anteriormente, não podemos travar as intempéries, mas podemos sim, fazer alguma coisa para suavizar os prejuízos, fazendo os tão falados seguros de colheita.

Mas podem-me dizer que são caros, eu sei que sim!

Mas fica bem mais caro não os ter quando precisamos deles, infelizmente…

Eu sei que a vida está cada vez mais cara, as despesas são muitas e o preço do vinho é cada vez menor e muitas das vezes quando se tem a sorte de se receber…

Mas as taxas que cada viticultor paga anualmente, não servem para nada? Só servem para as regalias e conforto de alguns? Para que serve o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, a Casa do Douro, o Ministério da Agricultura e as Adegas Cooperativas? Para receber anualmente milhões de euros de taxas pagas pelos pobres agricultores?

Para que recebem milhares de euros por mês, as Direcções do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, da Casa do Douro (que se diz falida e será que está???), o Sr. Ministro da Agricultura e os Directores das Adegas Cooperativas (muitas delas com a “corda na garganta”)?

Por que será que nas outras Regiões do nosso querido Portugal as várias Associações de Agricultores fazem seguros de colheita colectivos (já agora alterem também a legislação sobre seguros, pois estes só beneficiam as seguradoras)? Será que são mais inteligentes do que os Durienses? Claro que não. São mais unidos, não olham só para o seu “umbigo”, estão mais atentos e sempre em alerta, para que ninguém os engane, como nós temos vindo a ser enganados, por quem está à frente das instituições que, essas sim deveriam defender os interesses de todos os Durienses e não só os seus…

E já agora, para que servem os nossos políticos locais? Só servem para andar sempre a criticarem-se uns e outros, ou servem para verdadeiramente defender os interesses dos Munícipes que os elegeram?

Seria importante que todos dessem as mãos, numa altura que é de interesse geral e não de interesse de cada um.

Proponham em reunião de Câmara, na Assembleia Municipal e nas várias Assembleias de Freguesia que o Governo declare calamidade pública nas zonas que foram completamente destruídas, de salientar no nosso Concelho de Alijó, a Freguesia do Pinhão.

Para que é que nos serve ter um Primeiro Ministro que se diz (quando interessa) Duriense e natural do Concelho de Alijó? Estou para ver se o vai demonstrar! Espero estar enganado, mas mais uma vez o Sr. Primeiro Ministro José Sócrates não se lembra onde fica o Concelho de Alijó nem o Douro!

Eu estarei sempre na primeira linha a gritar bem alto pelos interesses do Concelho de Alijó, da Região Demarcada do Douro e de Portugal

Por isso, Senhores Viticultores, senhores Autarcas do Concelho de Alijó e população e geral, façam ver aos nossos Governantes que a Região Demarcada do Douro também é Portugal

 

“Alijó Sublime”    

 



publicado por ALIJÓ SUBLIME às 14:01
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Quinta-feira, 8 de Junho de 2006
“MAIS DO QUE UM DEVER, É UMA OBRIGAÇÃO DEFENDER A NOSSA FLORESTA…”

      

Chegou o calor, as altas temperaturas e com estes os malfadados incêndios.

É verdade que com as elevadas temperaturas e a baixa humidade existente no ar a probabilidade de acontecerem os incêndios aumenta de imediato, mas isto, não quer dizer que os responsáveis e entendidos nestas matérias, não estão ilibados das responsabilidades.

Todo o país pôde ver nestes últimos dias através da comunicação social, o triste filme de vários incêndios, por este Portugal cada vez mais cinzento e negro…

Já passaram vários governos, muitos mais governantes e até agora todos dizem que o que estava mal vinha de trás, mas a pura das verdades é que este flagelo dos incêndios continua a estar na moda (e é preciso que se diga que é uma triste moda) e não há maneira de se lhe por um fim.

No meu ponto de vista é que há interesses a mais e uma vontade de se querer resolver este problema a menos.

Este governo prometeu muito sobre esta matéria, mas a verdade é que até agora (e já lá vai mais de um ano e meio) pouco, ou, nada se viu.

Bem o que se viu foram as tristes cenas do Sr. Secretário de Estado da Administração Interna, Dr. Ascenso Simões nas televisões a desculpar-se e a meter as mãos pelos pés por causa do incêndio que ocorreu no Concelho de Barcelos. De facto este Sr. não sabe nada sobre como apagar incêndios, sabe sim, é provocar os habitantes daquele Concelho pavoneando-se em frente aos órgãos de comunicação social, simplesmente a dizer banalidades…

Mas o que também muito me preocupa, é de facto saber o que está a ser feito (já deveria estar feito) no Concelho de Alijó a nível da protecção civil municipal, para a possibilidade de ocorrerem incêndios.

Eu sei que estamos muitíssimo bem servidos pelas nossas várias corporações de Bombeiros existentes no Concelho de Alijó, mas estes não podem como qualquer ser humano fazer milagres, é preciso que também haja uma boa coordenação com a Câmara Municipal de Alijó, será que está tudo pensado? Será que a protecção civil municipal já reuniu para delinear os melhores passos a seguir?

Para o bem do Concelho de Alijó espero bem que sim.

Sendo eu um leigo na matéria, deixava aqui uma simples sugestão (se esta já estiver implementada melhor ainda, parabéns). Colocar duas, ou três equipas de intervenção rápida na zona de maior mancha florestal do nosso Concelho, ou seja, a zona norte.

Esta é uma causa de todos nós e compete-nos a todos, sem excepção, zelar por uma das maiores riquezas do nosso Concelho, a Floresta.

Aos Bombeiros de todas as corporações do Concelho de Alijó, desde já o meu Muito Obrigado, pelo brilhante trabalho que têm feito em prol do nosso Concelho, do Distrito, da Região de Trás-os-Montes e Alto Douro e de Portugal. Bem hajam.

Ás instituições e a todas as pessoas é preciso dizer bem alto, que mais do que um dever, é uma obrigação defender a nossa Floresta.

 

“Alijó Sublime



publicado por ALIJÓ SUBLIME às 11:37
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