Quinta-feira, 25 de Maio de 2006
“CONTRA FACTOS NÃO HÁ ARGUMENTOS…”

 

 

  

      

 

Foi sempre a minha maneira de estar na vida, sabendo ler, ouvir, pensar, falar e apreciar (ou não), mas sempre com sentido de responsabilidade, tudo aquilo que as outras pessoas de diferentes opiniões e opções dizem.

Todos nós como responsáveis que somos (ainda penso eu que assim é) pelos nossos actos, palavras e acções devemos sempre que erramos pedir desculpa a quem ofendemos.

Depois destas breves, mas sentidas palavras, gostaria de vos falar de um artigo que o Sr. Dr. Miguel Rodrigues, Vereador e actual Presidente da Concelhia do PSD de Alijó escreveu no seu blog, no passado dia 22 de Maio de 2006.

Foram sem sombra de dúvida palavras Infelizes e de total Afronta e Desprezo para com todos os Habitantes do Concelho de Alijó (eleitores e não eleitores).

Sr. Dr. Miguel Rodrigues é muito grave o que escreveu, já que não tem o direito de falar assim de ninguém, seja essa pessoa de onde for, mas muito menos, para com as pessoas que diariamente dão o melhor de si, no seu ganha pão e que fazem com que este nosso Concelho de Alijó, fique cada vez mais rico e com melhores condições de vida.

Sr. Dr. Miguel Rodrigues, quem assim escreve e pensa das pessoas que Vivem e Trabalham diariamente no Concelho de Alijó, não é, nem nunca pode vir a ser uma pessoa com responsabilidades sérias no nosso Concelho.

Não vale a pena vir dizer agora que não escreveu, aquilo que afinal já está escrito, porque quem utilizou palavras como “…pessoas medíocres, presas a uma realidade atrasada e incapazes de alcançar sucesso num mundo competitivo”, “…mesquinhez, vistas curtas…”, “…pequenos e acanhados…”, pois quem assim Pensa e Escreve não não é de cá certamente... 

Sr. Dr. Miguel Rodrigues gostaria para finalizar de lhe dizer, que infelizmente o Sr. depois de ter dito e escrito, tudo aquilo que pensa e sente sobre todas as pessoas do Concelho de Alijó, só tem uma saída, continuar a viver e trabalhar na cidade de Vila Nova de Gaia…

Como diz o velho ditado “Contra Factos não há Argumentos…”, o Facto já o Sr. arranjou ao escrever o texto “Ser ou não ser de cá: eis a questão!”, o Argumento, serão as pessoas do Concelho de Alijó que nunca mais lhe vão perdoar. E como bem as conheço, estarei (infelizmente, ou, felizmente) cá para ver esse seu triste dia…

 

“Alijó Sublime”

 



publicado por ALIJÓ SUBLIME às 17:04
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13 comentários:
De Miguel Rodrigues a 26 de Maio de 2006 às 08:53
Caro Anónimo Alijó Sublime, não obstante não desejar responder a anónimos, em face da deturpação que V. Ex.a propositadamente fez, entendo que por uma óbvia necessidade de reposição da verdade, impõe-se a publicação integral do texto, que aqui deixo. Pela má fé manifestada se vê que interesses este blogue pretende servir. Com efeito, contra factos não há argumentos...

"SER OU NÃO SER DE CÁ:
EIS A QUESTÃO!
Foi uma das críticas que mais me surpreendeu, enquanto candidato autárquico, a de que eu “não estava cá”, criticando-se o facto de residir e trabalhar na cidade de Gaia, como se tal desvalorizasse a minha competência ou o mérito das minhas ideias para este concelho de Alijó.
Foi, de resto, o argumento mais utilizado pelos adversários no decorrer da campanha eleitoral. Dizia-se então: “Ele não está cá, ao contrário de nós que aqui vivemos e trabalhamos”. Aliás, o slogan de campanha adoptado pelo Partido Socialista, não foi inocente: “Viver e sentir o concelho”, por oposição, presume-se, a quem o não vivia e não o sentia.
Naturalmente, foram omitidas pelos adversários as minhas óbvias ligações familiares ao concelho, bem como o facto de ter sido deputado da Assembleia Municipal de Alijó, no mandato que então findava, o que, a ser revelado, me retiraria a qualidade de “pára-quedista” que, a todo o custo, queriam de mim promover. Ou até mesmo o facto de o então Presidente da Câmara e candidato socialista, bem como o Presidente que o antecedeu, não serem naturais do concelho.
Reconheço que fiquei surpreendido com esta crítica, por representar um argumento excessivamente primário. Poderiam atacar a competência do candidato, as suas ideias, a sua juventude, ou quaisquer outras circunstâncias que relevassem para o cargo ao qual se candidatava. Mas de um argumento tão básico e insignificante, não estava manifestamente à espera.
Faço estas considerações agora e aqui, neste blogue, para abordar um tema que reputo da maior importância: a mentalidade das pessoas.
É que as críticas que me dirigiram e às quais fiz referência acima, denotam toda uma mentalidade, um conjunto de preconceitos, que em nada abonam para uma progressiva abertura deste concelho de Alijó, condição fundamental para que o mesmo tenha um melhor futuro.
Mesmo em relação a diversas outras situações, ouvi críticas a certas pessoas alegando-se que “esse não é de cá” ou “não está cá”, como se essas pessoas padecessem de uma espécie de doença contagiosa que obrigasse à sua exclusão.
Há, nesta terra, por parte de alguns, uma evidente tentativa de discriminar negativamente aqueles que para aqui querem vir residir ou trabalhar, ou, de alguma forma, dar o seu contributo para o progresso do concelho, temendo porventura uma concorrência que os obrigaria a sair do marasmo e apatia vigentes. Atitude incompreensível para um concelho cada vez mais afectado pela desertificação populacional e de onde tantos saíram para outras paragens, em busca de melhores condições de vida.
Imaginemos até que a situação se invertia e que nos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto, ou até mesmo no estrangeiro, as comunidades locais resolviam discriminar os oriundos deste concelho, com o argumento de que “não são de lá”. Inaceitável, não? E estamos a falar de muitos milhares de pessoas.
Esta atitude revela mesquinhez, vistas curtas e a tentativa de apropriação deste concelho por parte de um núcleo restrito de pessoas, como se de uma coutada se tratasse. Os “forasteiros” incomodam, pois assumem-se como totalmente independentes dos pequenos e acanhados interesses que, a cada passo, se vão revelando.
Entendo que Alijó não representa um feudo de ninguém, sobretudo de certas pessoas medíocres, presas a uma realidade atrasada e incapazes de alcançar sucesso num mundo competitivo.
Seria, aliás, um bom sinal, que muitos que “não são de cá”, para cá viessem. Isso constituiria um indício de que este concelho tinha condições para atrair as populações, proporcionando-lhes boas condições de vida.
Temos de aceitar um modelo de sociedade cosmopolita e Alijó não pode nem deve passar ao lado desta realidade.
Gostar deste concelho, identificar-se com ele e defender os seus interesses, isso sim. Mas ser ou não ser de cá, bem vistas as coisas, não é assim tão importante...

Miguel Rodrigues"


De Anónimo a 26 de Maio de 2006 às 10:29
Não percebi. Afinal as palavras são suas, como aliás se pode ver pelo texto que amavelmente transcreveu, caro candidato. Parece-me desesperado. Assuma e peça desculpa aos eleitores e habitantes do concelho, ou é demasiado bom para isso? Não vive e não sente o concelho! E já agora também nunca fez nada por nós. Siga o conselho de ALIJÓ SUBLIME e fique lá por Vila Nova de Gaia e siga também o conselho de outro comentador do blog do PSD e apresente-se ao Dr. Luís Filipe Menezes ( daqueles que me fazem orgulhar ser do PSD), ou será que ele não o considera? Deve ser pois marcou presença na sua apresentação como candidato e faltou...
Ambições... Tranpolins...Narcisistas... O povo já lhe respondeu no dia 9/10 de 2005. E voltará a responder. V.Ex.ª obteve para o meu partido o pior resultado de sempre. Números. Factos. Ou também vai dizer que é má fé e vai publicar os últimos resultados autárquicos? E para terminar aprenda a ler e a ouvir críticas. Eu penso, e tenho direito quer a pensar, quer a pensar diferente de si. E penso mesmo! E não estou sozinho!


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